A gente está em pleno processo de avaliação de desempenho, são várias horas dedicadas a conversas individuais, apoiando nossos colegas a obter uma visão externa sobre sua atuação e uma conversa aberta sobre o futuro, visando alinhar os objetivos de cada pessoa aos objetivos da OPT.
O modelo utilizado se baseia em uma ideia que tive em uma experiência anterior ao perceber que o foco do processo estava centrado em resultados imediatos.
Na época pensei que seria importante balancear a necessidade por resultados ao desenvolvimento das pessoas em uma jornada. Em uma empresa ligada a tecnologia aprender sempre é a única possibilidade de existência a médio e longo prazo.
Deste meu incômodo surgiu um modelo de 3 dimensões que acabou se tornando a pedra fundamental para o desenvolvimento do time de Operações aqui da OPT.
Este modelo explicita a ideia de que um serviço só pode ser prestado quando uma pessoa tem o conhecimento para realizá-lo e que este conhecimento é individual. Porém, não é necessário que cada um trilhe seu próprio caminho para aprender tudo, é muito importante ter um ambiente de colaboração em que outros integrantes do time compartilham o que sabem, facilitando o caminho dos que precisam daquele conhecimento.
A ideia é pensar no impacto do profissional não só pelo que ele entrega com as próprias mãos, mas também pensando no quanto ele está se preparando para os problemas futuros e no quanto ele contribui para o crescimento dos demais.
Nós somos seres complexos, não somos um número, porém acredito que ter um indicador do quanto estamos indo bem ajuda a materializar a percepção do caminho percorrido e a tomar decisões sobre nossa carreira.
Por isso, imaginei uma métrica onde o foco fosse além do hoje (resultado), que desse a devida atenção ao amanhã (autodesenvolvimento e troca de conhecimento). Desta forma imaginei que essa “nota” deveria ser composta por 50% do que a pessoa resulta e 50% do que ela se prepara e ajuda a preparar os colegas para o amanhã.
Porém, ainda era um pensamento que surgiu na minha mente em frente a um problema específico, mas que não tinha embasamento externo.
Levou alguns anos entre eu imaginar este modelo e encontrar o embasamento que precisava. Finalmente lendo o livro Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes do Stephen R. Covey percebi que não era o único a pensar assim. O livro apresenta o conceito de eficácia, que é justamente o equilíbrio entre resultados e manter a capacidade de realizar os resultados a longo prazo.
Com base nas 3 dimensões da nossa avaliação, criamos uma tabela de nível de exigência para comunicar como cada dimensão deve se fazer presente ao longo da carreira de cada pessoa.
Assim, existe uma jornada que cada pessoa trilha ao longo da carreira técnica aqui na OPT. Aprender coisas novas é sempre importante, isso abre caminhos para bons resultados e toda a experiência que agregamos no aprendizado e durante a execução a impulsiona cada vez mais a troca de conhecimento. Porque aqui a gente evolui juntos!
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